Padrões de mercado · Em produção

Do XML da NF-e à remessa. Do CT-e autorizado ao XML do cliente.

Antes de qualquer conector, o documento fiscal já é uma integração. O XML da NF-e traz tudo que a operação precisa para criar a remessa: emitente, destinatário, volumes, peso, valor e chave de acesso. O XML do CT-e autorizado é o que o cliente precisa para escriturar o frete. A Lotriva usa os dois como fonte e como retorno, sem redigitar o que a SEFAZ já validou.

Fluxo em uso em operações reais. Versões, campos e cenários específicos da sua empresa são confirmados no diagnóstico.

Avaliar esta integração
O que circula

Informação que entra na operação. Evento que volta ao parceiro.

Transportadoras que recebem notas por e-mail, portal ou pasta compartilhada e ainda digitam remessas, e operações que precisam devolver CT-e ao cliente de forma organizada.

XML de NF-e vira remessa

O arquivo é lido, a chave de acesso é validada e a remessa é criada com os dados do documento. Notas do mesmo destinatário podem ser agrupadas em uma única remessa conforme a regra da operação.

A remessa vira CT-e

Os dados da nota alimentam a emissão do conhecimento. A referência às notas fica registrada no CT-e, como o padrão exige.

O CT-e volta ao cliente

O XML autorizado e o DACTE são disponibilizados ao embarcador pelo canal combinado: envio automático, portal, EDI ou API.

A carga segue documentada

MDF-e, averbação e demais documentos usam a mesma base, o que reduz divergências entre o que foi transportado e o que foi declarado.

Como entra no ar

Da documentação do parceiro ao primeiro fluxo real.

01

Canal de recebimento

Define-se por onde os XMLs chegam: caixa de e-mail dedicada, pasta monitorada, upload em lote ou API. Cada canal tem uma rotina de conferência.

02

Regras de agrupamento e exceção

Quantas notas por remessa, o que fazer com nota cancelada ou duplicada, como tratar destinatário sem endereço válido. As regras entram no cadastro antes da operação.

03

Retorno ao cliente

O formato e o momento de devolução do CT-e são combinados com cada embarcador, inclusive quando ele exige o arquivo dentro de um EDI ou por API.

Antes de contratar

Perguntas sobre XML de NF-e e CT-e.

Respostas diretas para preparar a conversa com a equipe.

Conversar sobre minha operação

Preciso de EDI para receber as notas dos meus clientes?

Não necessariamente. Para clientes menores ou operações próprias, o XML da NF-e já resolve a entrada da remessa. O EDI Proceda passa a ser necessário quando o embarcador exige o padrão dele.

E quando o cliente manda PDF ou planilha?

O diagnóstico avalia a origem real das notas. O objetivo é chegar ao XML, que é o documento válido e completo. Quando isso não é possível, o fluxo de entrada é definido caso a caso.

O XML do CT-e vai automaticamente para o cliente?

O envio automático faz parte do fluxo documental do TMS Elite. O canal e a frequência são configurados por cliente. Exigências específicas de formato são confirmadas na implantação.

Como validar esse fluxo em uma demonstração?

Leve alguns XMLs de NF-e sem dados sensíveis e peça para criar as remessas, emitir o CT-e em homologação e conferir o retorno. Observe o tratamento de uma nota duplicada e de um endereço incompleto.

O próximo passo começa com uma conversa

Quer conectar sua operação via XML de NF-e e CT-e?

Traga a documentação do parceiro e um exemplo real. A equipe avalia o escopo e o caminho de implantação.

Falar com um especialista